Segundo o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a construção civil no Brasil passa por um ciclo de renovação tecnológica e operacional que promete redefinir os padrões de eficiência nos próximos anos. Além disso, o setor caminha para uma integração sem precedentes entre a sustentabilidade e a digitalização. Continue a leitura para entender as tendências que estão garantindo o crescimento e a modernização do parque imobiliário e industrial brasileiro.
De que forma o uso de sensores inteligentes transforma o controle de qualidade nas obras?
O panorama atual do mercado demonstra uma busca acelerada pela redução de resíduos e pela otimização do tempo de execução dos projetos. De acordo com o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o investimento em métodos construtivos a seco e estruturas pré-moldadas deixa de ser um diferencial para se tornar um requisito básico de sobrevivência comercial.
A adoção de processos industrializados permite que as empresas entreguem empreendimentos com maior precisão geométrica e menor impacto ambiental. Essa mudança de paradigma responde à necessidade de atender a uma demanda crescente por habitação e infraestrutura logística em prazos cada vez mais reduzidos. Além da parte física, a digitalização do canteiro de obras por meio do Building Information Modeling (BIM) e do uso de sensores inteligentes revoluciona o controle de qualidade.
Quais são as principais tendências para a construção civil no Brasil em 2026?
A sustentabilidade ambiental e a adoção de critérios ESG deixaram de ser conceitos teóricos para guiar o financiamento de grandes obras nacionais. Como sugere o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o uso de concreto de baixa emissão de carbono e sistemas de reuso de água em larga escala são tendências irreversíveis.

As edificações modernas estão sendo projetadas para ter um ciclo de vida mais longo e um consumo energético reduzido, utilizando tecnologias de automação predial. Essa consciência verde atrai fundos de investimento internacionais que priorizam ativos com certificações de sustentabilidade reconhecidas globalmente. Outro ponto focal para o futuro próximo é a valorização da experiência do usuário por meio da arquitetura modular e de espaços multifuncionais.
Como a tecnologia influencia o panorama do setor produtivo?
A introdução de impressoras 3D em larga escala e o uso de drones para monitoramento topográfico revolucionaram a dinâmica dos profissionais da construção civil. Conforme destaca a liderança da empresa do Grupo André Guimarães, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a automação de tarefas repetitivas permite que as equipes concentrem esforços em decisões estratégicas e na solução de desafios complexos. Além de ampliar a produtividade, a tecnologia fortalece a segurança do trabalho ao reduzir a exposição dos colaboradores a áreas de risco por meio de equipamentos operados remotamente. Esse avanço garante maior eficiência operacional sem comprometer os rigorosos padrões internacionais de qualidade e segurança.
Para acompanhar as exigências de 2026, as empresas precisam investir em integração digital, sustentabilidade e capacitação contínua das equipes técnicas. A conexão entre softwares de gestão e dispositivos móveis em tempo real, aliada ao uso de materiais sustentáveis e métodos construtivos modulares, reduz desperdícios e aumenta a agilidade nos canteiros de obras.
O futuro e as tendências do mercado construtivo
O horizonte para a engenharia brasileira é de otimismo moderado e grandes transformações estruturais que exigem resiliência dos gestores. Como resume o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o sucesso em 2026 pertencerá às empresas que souberem equilibrar produtividade e responsabilidade socioambiental.
Ao consolidarmos as novas tecnologias, preparamos o caminho para um setor mais robusto, ético e tecnologicamente avançado. O compromisso com a excelência técnica será sempre o diferencial que permite transformar desafios macroeconômicos em oportunidades de crescimento sustentável em todo o território nacional.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez